quarta-feira, 23 de abril de 2014

SERRA PELADA SEGUE COM FUTURO INCERTO. FALTA DE AVISO NÃO FOI, POIS NÓS DO GRUPO SERRAMIL ENTRE OUTROS, DESDE A MUITO QUE VÍNHAMOS SEMPRE AVISANDO, ALERTANDO, CRITICANDO E TENTANDO ACONSELHAR, QUE NÃO EXISTE PARCERIA UNILATERAL NO MUNDO QUE DÊ CERTO, MAS NÃO QUISERAM OUVIR A VOZ DA EXPERIÊNCIA E ESTÁ AÍ, DEU NO QUE DEU, COMO E COM OS BURROS NA ÁGUA. NO LIVRO BÍBLICO DOS PROVÉRBIOS DE SALOMÃO ESTÁ ESCRITO ASSIM: ENTRE OS MUITOS CONSELHOS ESTÁ A VERDADEIRA SABEDORIA, MAS QUEM A ISSO REJEITA ESTÁ FADADO AO FRACASSO, POIS SÓ FAZ BESTEIRA, OU !!BURRICE.

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Mais de quatro meses depois da paralisação das obras civis de implantação de uma mina subterrânea para extração de ouro, na qual foram gastos cerca de R$ 560 milhões, o antigo garimpo de Serra Pelada, no município de Curionópolis, segue com seu futuro indefinido. A única certeza que se tem até agora é quanto ao afastamento em caráter definitivo do grupo canadense Colossus Minerals Inc., que vinha tocando o projeto desde 2007 em sociedade com a Cooperativa dos Garimpeiros de Serra Pelada, a Coomigasp.
O contrato entre a Coomigasp e o grupo canadense, cujo braço recebeu no Brasil o nome de Colossus Geologia e Participações Ltda, deu origem à joint venture Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral (SPCDM), empresa legalmente responsável pela implantação do empreendimento. No final do ano passado, quando entrou em processo de falência, a Colossus acumulava no Brasil um passivo avaliado em cerca de R$ 95 milhões, constituído basicamente de dívidas trabalhistas e débitos com fornecedores.
Para dar andamento ao projeto, concluindo as obras da etapa final de engenharia até chegar à fase de produção, a empresa, além de sanear suas finanças, precisaria investir ainda em torno de US$ 95 milhões, o equivalente a pouco mais de R$ 200 milhões. Ela não dispunha desse dinheiro, estava sem crédito junto ao sistema financeiro e ainda enfrentava problemas com o sócio, em face da disputa feroz de poder entre grupos e facções rivais que disputam com a Coomigasp a representação dos cerca de 38 mil garimpeiros que se julgam com direitos no antigo garimpo.
Para restabelecer a ordem administrativa no empreendimento, depois do afastamento do grupo canadense, e tentar pacificar os ânimos, evitando os choques previsíveis entre grupos rivais, em disputas que historicamente ignoram os métodos pacíficos, a Justiça de Curionópolis decretou intervenção na Coomigasp em novembro do ano passado e designou como interventor o administrador de empresas Marcos Alexandre Mendes. O período de intervenção judicial terminou no dia 11 deste mês, mas foi prorrogado pelo juiz Danilo Fernandes até o próximo mês de agosto.


Marcos Alexandre participou esta semana, em Belém, de um demorado encontro realizado na sede do Ministério Público com os novos controladores da Colossus. Estes são, na verdade, os credores remanescentes do grupo canadense, investidores que aplicaram capital próprio no empreendimento e que agora assumem o seu controle, como garantia para os empréstimos concedidos. Segundo o interventor, os novos


Fonte: O Estado do Pará
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                                  A REUNIÃO EM BELÉM NO ÚLTIMO DIA 15/04/2014


Investidores da COLOSSUS declaram em Reunião em Belém com o Interventor e Ministério Publico, que a COLOSSUS está quebrada e que se não arrumar dinheiro urgente o bombeamento de água do Túnel  vai parar. E que devem 300 mil reais a REDE CELPA e que se não pagar logo, deverá ser cortada a energia elétrica que é fornecida ao projeto.DSC00698DSC00698

segunda-feira, 21 de abril de 2014

A EMPRESA COLOSSUS CONFESSA-SE ENFRAQUECIDA PELAS DIFICULDADES DE CONSEGUIR RECURSOS, SOB OS EFEITOS NEGATIVOS DO PROJETO DE DUTRA APROVADO NA COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA DA CÂMARA FEDERAL NO DIA NOVE PASSADO QUE PROPÕE A NULIDADE DA PORTARIA DE LAVRA, E QUE JÁ COMEÇOU A PERDER TERRENO PARA A CONCORRÊNCIA NA TENTATIVA DE RETOMAR AS ATIVIDADES DO PROJETO SERRA PELADA. POIS COM ISSO É ÓBVIO QUE ABRE-SE AS PORTAS PARA A SUBSTITUIÇÃO DA MESMA POR UMA OUTRA CONCORRENTE ENTRE AS INTERESSADAS.

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Dando continuidade à primeira reunião ocorrida no final de março em Curionópolis, na terça-feira (15), o interventor Marcos Alexandre Mendes voltou a se reunir com o CEO da Sandstorm Gold (a nova controladora da Colossus), o senhor Nolan Watson para debater os rumos da sociedade entre a COOMIGASP e a Colossus no projeto Serra Pelada.
 
A reunião aconteceu no hotel Radisson Maiorana, em Belém, das 9h15 até às 17h30, com intervalo de uma hora para o almoço, e contou com as presenças do promotor Hélio Rubens, dos garimpeiros Edinaldo de Aguiar Soares, João Amaro Lepos e Etevaldo Arantes (representando o grupo de garimpeiros que acompanha a intervenção), do advogado da interventoria Ivaldo Marques Freitas Júnior, do assessor técnico e gerente de produção da Coomigasp Francisco Carlos Lima, e da Sra. Rosana Rentler, que participou na condição de intérprete.

O Sr. Nolan, inicialmente, exibiu números e dados planejados pela Colossus para Serra Pelada, falou das dificuldades em encontrar no Canadá novos investidores, em função, também, da aprovação para o cancelamento da concessão de lavra na Comissão da Câmara dos Deputados. Em seguida o CEO da Sandstorm fez uma explanação sobre os números atuais, as dívidas existentes e a necessidade imediata de novo aporte para continuar o bombeamento da água do túnel. A apresentação do Sr. Nolan recebeu a intervenção dos presentes questionando ou pedindo maiores informações sobre os dados apresentados.

Ao final da reunião o Sr. Nolan concluiu que, sem novos investidores, não há como retomar as operações nem iniciar a negociação sobre a revisão dos percentuais da divisão de dividendos da sociedade, e que ele iria continuar buscando parceiros comerciais.

Do lado da COOMIGASP, o interventor Marcos Alexandre declarou que não abre mão da discussão sobre o percentual que cabe aos cooperados no contrato inicial e que também continuará buscando parceiros comerciais para o projeto. E mais: Aguardará a entrega de todos os dados geológicos (que a antiga diretoria da Colossus se negou a fornecer por diversas vezes) de posse da Sandstorm para que seja, pela primeira vez, realizada a análise pela COOMIGASP, sem interferências, e assim os cooperados tenham a real dimensão do potencial de seu ativo mineral.
“Quero dizer aos garimpeiros que as equipes técnica e jurídica da COOMIGASP continuam atentas na defesa do patrimônio da cooperativa e que está aberto ao diálogo com o novo controlador da Colossus, mas, continuamos vigilantes e atentos para que os garimpeiros não sejam prejudicados e que a operação possa ser retomada o quanto antes”, afirmou o interventor.

!! ESTA ERA DE AÇO, !!QUEBROU MAS NÃO ENVERGOU!! MORRE UMA GUERREIRA: DONA LENI, O NOSSO ADEUS NOSSA AMIGA E COMPANHEIRA, DESSA FATÍDICA LUTA GARIMPEIRA.


D Leni Carvalho                                                


Faleceu hoje em Palmas, no Tocantins, Maria Leni de Carvalho Mendes, a D. Leni (foto) como era conhecida em Parauapebas. D. Leni, 68 anos, era militante petista e foi candidata a  vereadora pelo PT por duas eleições.  Ela foi vítima de um infarto fulminante quando visitava a filha em Palmas. Segundo Leônidas Mendes, seu filho, ela estava muito feliz pois estava visitando os netos.  Hoje, depois de almoçar, sentiu-se mal e faleceu. D. Leni deixa sete filhos e 10 netos. Atendendo a um pedido da própria Leni, a família resolveu velar e enterrar o corpo em Marcolândia, no Piauí, onde a mãe de D. Leni está enterrada. Meus sentimentos a toda a família e que Deus a receba em paz!.

fonte: Blog do Zé Dudu.


sábado, 12 de abril de 2014

COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA APROVA PROJETO DE DUTRA. NÓS PORÉM ESTAMOS APREENSIVOS E PREOCUPADOS COM ISSO, POIS NÃO CONHECEMOS O INTEIRO TEOR DO REFERIDO PROJETO E PORTANTO NÃO SABEMOS SE NO BOJO DO MESMO JÁ COSTA A TRANSFERÊNCIA OU DEVOLUÇÃO DE TODOS OS DIREITOS MINERÁRIOS ORIGINAIS DIRETO PARA A COOMIGASP, OU SE ESTÁ DEIXANDO A BRECHA PARA VOLTAR PARA O (M.M.E) E (D.N.P.M) O QUE AO NOSSO VER SERIA UM VERDADEIRO RETROCESSO OU MESMO UM DESASTRE, IGUAL A JOGAR UM PEIXE QUE AINDA NÃO ESTÁ NA PANELA, MAS JÁ ESTÁ NA CANOA, NOVAMENTE AO MAR CHEIO DE VILÕES PESCADORES E ATÉ MONSTROS PREDADORES.


Foto: Serra Pelada: Comissão de Minas e Energia aprova Projeto que devolve mina de Serra Pelada aos garimpeiros.

A Comissão de Minas e Energia, da Câmara dos Deputados, aprovou hoje (9/4) Projeto de Decreto Legislativo N° 1.407/13 do deputado Domingos Dutra (SDD/MA), e outros parlamentares, que anula a Portaria Ministerial n° 514, que concedeu à empresa Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral (SPCDM), a concessão para lavra de minério de ouro, paládio e platina no município de Curionopólis-PA.

Com a anulação, é retomada a validade do Alvará de Pesquisa nº 1.485, cabendo, exclusivamente, à Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada (COOMIGASP), a administração dos trabalhos de garimpagem no antigo garimpo de Serra Pelada.

“Consegui aprovar, hoje, na Comissão de Minas e Energia, um Projeto de Decreto Legislativo, que anula a Portaria de Lavra do Garimpo de Serra Pelada, que estava nas mãos da SPCDM para voltar às mãos da COOMIGASP, ou seja, com esta decisão, o garimpo de Serra Pelada volta para as mãos dos garimpeiros. Nós vamos continuar lutando para que na Comissão de Constituição e Justiça seja reafirmada a anulação dessa Portaria de Lavra”, completou o deputado.

O Garimpo de Serra Pelada foi criado em janeiro de 1980, e passou a ser administrado pela COOMIGASP, em 1984, nos termos da Lei nº 7.194/84 com a anuência da estatal Vale do Rio Doce (atual Vale). Perante o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a reserva mineral passou a ser controlada pela cooperativa, que em 2007 recebeu autorização do DNPM para a exploração mineral direta do garimpo.

Para executar a exploração, a cooperativa decidiu firmar parceria com empresa canadense COLOSSUS. A COOMIGASP e a COLOSSUS, então, criariam a SPCDM, que seria responsável pela pesquisa mineral. De acordo com a proposta da empresa canadense, ela aplicaria a quantia de R$ 6 milhões e ficaria com a participação de 51% do capital social; enquanto caberia aos garimpeiros o percentual de 49%. Mas não foi o que aconteceu.

Já sob a direção de Gesse Simão de Melo, a COOMIGASP e a empresa COLOSSUS firmaram aditivo com a redução da participação da cooperativa na empresa SPCDM de 49 para 25% e o consequente aumento da participação da empresa COLOSSUS de 51 para 75%.

Hoje a Coomigasp está sob intervenção e nada pode fazer, por isso os conflitos envolvendo os garimpeiros, que lutam para resgatar o garimpo de Serra Pelada. “A empresa Colossos quebrou a confiança entre os garimpeiros ao corromper a Cooperativa e ao não prestar contas no garimpo de Serra Pelada, ao estar quase falida”, garantiu o deputado.

Domingos Dutra se mostra esperanço com aprovação do projeto. “É mais um passo que damos na defesa dos garimpeiros de Serra Pelada para corrigir as injustiças, principalmente com os 25 mil maranhenses, que são garimpeiros de Serra Pelada”, comemorou o deputado Dutra durante a reunião da Comissão de Minas e energia, no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília. A proposta seguirá para votação na Comissão de Constituição e Justiça.

Por: Deputado Domingos Dutra

A Comissão de Minas e Energia, da Câmara dos Deputados, aprovou hoje (9/4) Projeto de Decreto Legislativo N° 1.407/13 

Do deputado Domingos Dutra (SDD/MA), e outros parlamentares, que anula a Portaria Ministerial n° 514, que concedeu à empresa Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral (SPCDM), a concessão para lavra de minério de ouro, paládio e platina no município de Curionópolis-PA.



Com a anulação, é retomada a validade do Alvará de Pesquisa nº 1.485, cabendo, exclusivamente, à Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada (COOMIGASP), a administração dos trabalhos de garimpagem no antigo garimpo de Serra Pelada.



“Consegui aprovar, hoje, na Comissão de Minas e Energia, um Projeto de Decreto Legislativo, que anula a Portaria de Lavra do Garimpo de Serra Pelada, que estava nas mãos da SPCDM para voltar às mãos da COOMIGASP, ou seja, com esta decisão, o garimpo de Serra Pelada volta para as mãos dos garimpeiros. Nós vamos continuar lutando para que na Comissão de Constituição e Justiça seja reafirmada a anulação dessa Portaria de Lavra”, completou o deputado.



O Garimpo de Serra Pelada foi criado em janeiro de 1980, e passou a ser administrado pela COOMIGASP, em 1984, nos termos da Lei nº 7.194/84 com a anuência da estatal Vale do Rio Doce (atual Vale). Perante o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a reserva mineral passou a ser controlada pela cooperativa, que em 2007 recebeu autorização do DNPM para a exploração mineral direta do garimpo.

Para executar a exploração, a cooperativa decidiu firmar parceria com empresa canadense COLOSSUS. A COOMIGASP e a COLOSSUS, então, criariam a SPCDM, que seria responsável pela pesquisa mineral. De acordo com a proposta da empresa canadense, ela aplicaria a quantia de R$ 6 milhões e ficaria com a participação de 51% do capital social; enquanto caberia aos garimpeiros o percentual de 49%. Mas não foi o que aconteceu.

Já sob a direção de Gesse Simão de Melo, a COOMIGASP e a empresa COLOSSUS firmaram aditivo com a redução da participação da cooperativa na empresa SPCDM de 49 para 25% e o consequente aumento da participação da empresa COLOSSUS de 51 para 75%.

Hoje a Coomigasp está sob intervenção e nada pode fazer, por isso os conflitos envolvendo os garimpeiros, que lutam para resgatar o garimpo de Serra Pelada. “A empresa Colossos quebrou a confiança entre os garimpeiros ao corromper a Cooperativa e ao não prestar contas no garimpo de Serra Pelada, ao estar quase falida”, garantiu o deputado.

Domingos Dutra se mostra esperançoso com aprovação do projeto. “É mais um passo que damos na defesa dos garimpeiros de Serra Pelada para corrigir as injustiças, principalmente com os 25 mil maranhenses, que são garimpeiros de Serra Pelada”, comemorou o deputado Dutra durante a reunião da Comissão de Minas e energia, no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília. A proposta seguirá para votação na Comissão de Constituição e Justiça.

Por: Deputado Domingos Dutra
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Pedimos preferencialmente ao nosso mui amado irmão e estimado amigo, Pr. Alexandre, que é assessor do deputado Dutra, ou um outro assessor parlamentar que ler isto aqui primeiro, que nos envie o mais rápido possível, uma copia completa do Projeto de  Decreto Legislativo de Nº 1.407/2013 de autoria do referido deputado, para que possamos ler e conhecer na íntegra e tirar as dúvidas que temos sobre o mesmo, também para que possamos defender mais esta bandeira com segurança, firmeza e consciência, baseando-se em verdadeiro conhecimento de causa, pois como você que nos conhece sabe, que eu estou sempre disposto a lutar e usar todas as armas e instrumentos que sejam úteis e possa contribuir para a grande vitória do sofrido povo garimpeiro, mas, porém, mais que precavido para não dar mais nenhum passo no escuro nem usarmos quaisquer armas ou instrumentos com dúvida. Eis aqui nosso e-mail: Milhomem2012@gmail.com. Sem mais para o momento, abraços e o santo ósculo, de Antonio F. Milhomem. E tenho dito.       

quarta-feira, 9 de abril de 2014

O JUIZ JÁ DEU A SENTÊNCIA, A INTERVENÇÃO FOI PRORROGADA POR MAIS QUATRO MESES, O PRAZO DE HAVR ELEIÇÃO NA COOMIGASP ESTENDEU-SE ATÉ O DIA 11 DE AGOSTO PRÓXIMO. QUEM SE APRESSOU EM ATIRAR NO ESCURO PERDEU A CAÇADA, A CAÇA E A MUNIÇÃO.

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JÁ DIZIA O VELHO DITADO DOS TEMPOS DOS NOSSOS BISAVÓS, DESDE DE 1900 E ANTIGAMENTE, QUE QUEM SE DESCANSA DE MAIS TERMINA ANDANDO NU, ENQUANTO QUEM SE PRECIPITA NA PRESSA EXAGERADA TERMINA COMENDO CRU.
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Agora já dá para todos entender porque nós, a turma aqui do SERRAMIL, não entramos naquela onda de sairmos por aí brasil afora em campanha fora de época, eis aí o motivo lógico que nós já prevíamos que aconteceria, a esticada da intervenção, veja abaixo. 

O juiz da Comarca de Curionópolis, Danilo Alves Fernandes, acatando o pedido do Ministério Público do Estado do Pará (MPE) em Ação Civil Pública, decidiu hoje (09/04) prorrogar por mais quatro meses a intervenção na Coomigasp – Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada. O administrador Marcos Alexandre Mendes continuará na função até o processo eleitoral ser concluído.De acordo com o despacho do juiz, “a intervenção fluiu de maneira legal e legítima, tendo o interventor tomado todas as medidas determinadas” na decisão de intervenção em 11 de outubro de 2013. “Contudo, algumas medidas ainda demandam certo tempo para serem concluídas, em especial a efetivação da auditoria no cadastro da cooperativa, bem como o recadastramento dos garimpeiros cooperados”. A decisão do juiz Danilo Fernandes teve como base o parecer emitido pelo Ministério Público, adotando as fundamentações dos promotores Franklin Jones, Hélio Rubens e Guilherme Chaves para sua decisão. O novo período de intervenção será de 11 de abril a 11 de agosto de 2014. Neste prazo, o interventor deve concluir a auditoria, iniciar o recadastramento, providenciar a abertura das contas bancários dos garimpeiros, realizar Assembleia Geral para ajuste do Estatuto da Cooperativa e eleger a nova diretoria da COOMIGASP.